E virá o dia em que te vou perdoar não seres esse romântico assolapado

Pessoal e transmissível

Parece-me que está próximo, especialmente depois de ler este texto do João Miguel Tavares, nascido depois deste outro post, nesse blogue  fabuloso que ele e a mulher alimentam desde há tempo. E assim deixarei de ter um quase-sentimento-de-culpa quando ando às voltas entre as amigas para encontrar gente como nós (que se mantém casada e ainda gosta disso), ou um secreto terror de que um dia se quebre o feitiço.

É certo que eu gostava de flores inesperadas e presentes que não fossem previsíveis. Mas isso   são coisas de gaja e ninguém me pode levar a mal. Pois que aquela parte de mim que está “no pleno gozo das suas capacidades mentais” – como a malta do Facebook – bem que valoriza o resto. Pronto, está escrito.

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