Retrato de família

Pessoal e transmissível
fotografia (7)

Quinta de Sant’Ana

Fez oito dias ontem, mas ainda guardo os sorrisos francos, a água fresca dos salpicos quando uns atiraram outros para a piscina (vestidos); o vinho branco, os grelhados, as conversas e as saudades. Herdarmos uma família grande, quando a nossa já era gigante, é uma felicidade que deveria ser possível saborear mais vezes.

Levo mais de 20 anos desta nova família. Já fomos muitos mais nestes convívios, nestas festas de primos-irmãos. À medida que subiram estrelas ao céu, nasceram muitos e pequenos piratas. Alguns encontraram-se agora pela primeira vez, e eu imagino-os assim, como nós, daqui por 20 anos, a rir do prazer de estarmos juntos, ao menos uma vez por ano. Com a mesma felicidade com que olhamos agora para os nossos mais velhos, em tardes de bilhar, bola na praia, passeios de bicicleta ou escapadelas nos arraiais de verão, que a era digital ainda não acabou com o ciclo da vida das hormonas – e ainda bem.

Depois da festa cada um retornou à vida que tem, numa espécie de volta ao mundo – da Europa à China, passando pela América. E foi bonita a festa, pá.

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